terça-feira, 16 de agosto de 2011
As ultimas 24 horas de Elvis!
O rei do rock, Elvis Presley, na véspera de 16 de agosto de 1977 foi ao dentista no fim da noite, e jogou squash antes de seu último sono em vida. Mas antes da partida, sentou-se ao piano que fica próximo à quadra e tocou a música Blue Eyes Cryin in the Rain, do disco From Elvis Presley Boulevard Memphis Tennesse, de 76, para amigos. Foi sua última performance. Como tinha sérias dificuldades para dormir, Elvis acabava trocando o dia pela noite. Durante os anos 70, o Rei fechava a sala de projeções do Memphian Theater para comandar suas sessões cinematográficas, quando, na maioria das vezes, assistia a filmes de caratê. Mas na noite do dia 15, Elvis resolveu ficar em casa. Naquele mesmo dia, segundo seu assistente de palco, Charlie Hodge - conhecido por entregar os lenços no palco -, o ídolo estava entusiasmado com seu projeto de abrir uma produtora de filmes, quando se dedicaria a atuar, apenas em papéis dramáticos, e dirigir. Sua namorada na época, Ginger Alden, disse que Elvis só conseguiu dormir por volta das 9h da manhã do dia 16. Ela ainda pediu para que ele não abusasse do uso dos calmantes para dormir. A resposta foi algo do tipo “está tudo sob controle”. Ginger escutou Elvis acordar. Ela conta que o namorado pegou um livro e foi ao banheiro. Alden ainda fez uma brincadeira. “Não vá dormir no banheiro enquanto lê o livro.” E Elvis respondeu: “Pode deixar.” Estas foram suas últimas palavras.
Presley continuou no banheiro enquanto ela voltava a adormecer. Assim que abriu os olhos na enorme cama de tecido marrom do quarto do Rei, Ginger Alden chamou por Elvis. Não tendo resposta, ela prontamente se levantou e foi ver o que estava acontecendo, já imaginado que o cantor tivesse pegado no sono. Mas ao abrir a porta, a jovem se deparou com o astro desmaiado. Rapidamente, Ginger chama pelo road manager Joe Espósito, que ali, fez a primeira tentativa de “traze-lo” de volta. A ambulância foi chamada. Apesar de os paramédicos terem prestado socorro e das tentativas de reanimá-lo no hospital Batista de Memphis, acredita-se que Elvis já fora encontrado morto. Às 15h30, horário da cidade, foi anunciado o falecimento de Elvis Aron Presley. A autópsia revelou óbito por arritmia cardíaca, além de ter sido observado aumento no volume do fígado.
Antes da queda fatal, o que será que passou pela cabeça de Elvis Presley? Ao
sentir a forte dor no peito, o Rei talvez tenha se apavorado com a sensação de que aqueles eram os últimos momentos de sua existência. E, infelizmente, de maneira precoce, foram.
Aos 42 anos, Elvis morria na tarde de 16 de agosto de 1977. A partir daquele dia, o mito se eternizava. O resto é história... Poucos sabem que, de certa forma, Elvis já imaginava que não viveria por muito tempo, tanto que no mesmo ano de seu falecimento, já havia preparado um testamento, em que os principais beneficiários foram seu pai, Vernon, e Lisa Marie Presley, sua única filha. No reveillon de 76, Elvis realizou um show de fim de ano em Pittsburgh. Após o concerto, o Rei confidenciou a pessoas próximas, como o cantor de apoio J.D Summer, que achava que sua morte estava se aproximando. Como tinha uma forte espiritualidade, o cantor já teria sinais de que sua passagem estava se completando...
Fonte:centralrocknet.com.br
sábado, 6 de agosto de 2011
A Sun Records
Embora nada tenha vindo de sua primeira sessão no Memphis Recording Service, Elvis estava determinado a dar um outro tiro. Ele retornou à gravadora em janeiro de 1954 para gravar mais duas músicas em acetato. Ele cantou "Casual Love Affair" e uma melodia country chamada "I'll Never Stand in Your Way". Dessa vez, Phillips operou os controles. De qualquer forma, ele ofereceu ao jovem cantor um certo encorajamento, ao pegar o número de telefone e o endereço de Elvis.
Phillips não ligou para Elvis até que a Peer Music de Nashville enviou à Sun Records uma gravação demo de uma balada chamada "Without You". Phillips decidiu deixar Elvis gravar a nova balada. Infelizmente, Elvis não pôde ver o master da música, pois Phillips pediu a ele que cantasse qualquer coisa que ele soubesse. Satisfeito com a oportunidade, Elvis passou rapidamente para seu extenso repertório de músicas country e R&B. Phillips se impressionou o suficiente para sugerir que o promissor cantor se unisse ao Scotty Moore, um jovem guitarrista que tocava com um grupo local de música country, o Starlight Wranglers.
Elvis foi ver Moore quase imediatamente. Moore recorda, "Ele estava com uma camisa rosa, calça rosa com listras brancas nas pernas e sapatos brancos, e eu pensei que minha esposa estava se preparando para sair de trás da porta - na ocasião as pessoas não estavam se vestindo exatamente como esse garoto de roupas extravagantes." (Ed. note: Na verdade, nos anos 1950, rosa era a cor da última moda para tudo de roupas masculinas a carros.) Moore apresentou Elvis ao baixista Bill Black, e os três músicos passaram o longo e quente verão de Memphis tentando encontrar um som que ecoasse.
O trio trabalhou no estúdio de gravação da Sun Records em vez de executar na frente de uma audiência ao vivo. A recém desenvolvida fita de gravação magnética possibilitou que eles fizessem um take de uma música, a ouvissem e então fizessem os ajustes para o próximo take. Presley, Moore e Black finalmente acharam por acaso seu som, enquanto estavam ociosos em um intervalo.
Elvis começou cantando o blues de Arthur "Big Boy" Crudup, "That's All Right," com um ritmo rápido e um estilo mais casual do que a maioria dos blues, e Moore e Black embarcaram. A voz rouca de Phillips saiu da cabine de controle, "O que estão fazendo?" Nenhum deles realmente sabia. Como poderiam? Como poderiam saber que tinham tropeçado em um novo som para uma nova geração?
Phillips ficou excitado com o som do trio e reconheceu seu potencial. Ele pediu a eles para refinarem sua exclusiva interpretação de "That's All Right," e então gravou. O outro lado de seu primeiro disco foi sua tradução da música popular norte-americana "Blue Moon of Kentucky," feita pelo famoso Bill Monroe e os Bluegrass Boys. O primeiro disco de Elvis pareceu simbolizar as raízes de seu som musical: um blues ocupou o lado um e a música country garantiu o outro lado.
O estilo de Elvis de ambas as músicas não soou tão semelhante às gravações de seus artistas originais. Sua abordagem foi muito mais calma, o que deu às suas traduções um ar de espontaneidade. Em vez do vocal duro e do ritmo tenso da versão de Crudup de "That's All Right", Elvis usou um estilo vocal e um ritmo mais relaxados.
Ele incorpou algumas letras, usando um tipo de som soluçante, enquanto Sam Phillips adicionou uma reverberação, resultando no famoso efeito de eco. O estilo de Elvis tornou-se a base do "rockabilly", a fusão de música country (geralmente chamada de música caipira) com um som "rhythm-and-blues" que foi relaxado e acelerado, ou "rocked". O termo rockabilly (rebolativo) não era amplamente conhecido até Elvis ficar famoso.
No momento que preparava seu primeiro disco para a Sun, não havia nenhuma palavra que poderia descrever adequadamente seu estilo de música. Quando a imprensa tentava explicar seu som, geralmente se atrapalhava, muitas vezes confundindo seus leitores com comparações inapropriadas ou cômicas com outros tipos de música. Elvis foi referido diversas vezes como um "cantor caipira", "um jovem talento de ritmo rural", um "homem branco...cantando ritmos negros com um sabor rural" e "um jovem com uma abordagem chula para a música caipira."
Não muito depois do sucesso de Elvis, outros cantores de rockabilly e música country apareceram na porta da Sun Studio, esperando que Phillips pudesse realizar a mesma mágica com eles, como fez com Elvis. No final das contas, Phillips gravou Johnny Cash, Jerry Lee Lewis, Carl Perkins, Roy Orbison, Charlie Feathers, Billy Lee Riley, Dickie Lee, entre outros artistas.
Com suas roupas extravagantes, som rude e efervescente entrega, esses cantores inventaram um novo som e estilo que era fortemente sulista, ou "Dixie-fried." Como recordou Bill Williams, publicitário da Sun Records, "Acho que todos eles devem ter vindo no trem da meia-noite de nenhum lugar. Quero dizer, eles vieram de fora do espaço." Ainda assim, a influência de Sam Phillips e artistas da Sun no desenvolvimento do rock'n' roll nunca foi supervalorizada.
Conforme suas primeiras gravações começaram a aparecer, Elvis ganhou reconhecimento por seu som, único.
Fonte:howstuffworks
As Paixões de Elvis:Livros
O autor dessa lista diz: "Elvis foi sem dúvida o artista mais popular do século 20 e desde sua morte em 1977, ele ainda é considerado o Rei.O que a maioria das pessoas não sabe sobre Elvis é que embora a imagem sexy que ele projetava ,havia o místico,adiante. Essa foi apenas um lado de sua personalidade.
Aqueles que o conheciam bem (Larry Geller, Jerry Schilling eCharlie Hodge,para citar alguns) dizem que Elvis era um homem profundamente religioso e um ávido leitor que passava horas lendo livros espirituais, meditando e rezando para encontrar o verdadeiro significado da vida. E apesar de Elvis permanecer um cristão ao longo da vida ele respeitava as outras religiões.Este lado espiritual de Elvis é muitas vezes esquecido.
Então, quais eram os livros que Elvis Presley lia? A seguir estão alguns dos seus favoritos e eles foram escolhidos principalmente a partir da página 342 em "If I Can Dream: Própria História de Elvis"escrito por Larry Geller, Spector e Romanowski. Estes 10 livros vão lhe dar uma melhor compreensão de quem Elvis foi e você vai ver um lado dele que a maioria dos fãs nunca viram. "
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Fonte:amazon.com
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